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Comentário · há 3 anos
Olá, Samira!

“Os diplomas de graduação expedidos por universidades estrangeiras serão revalidados por universidades públicas que tenham curso do mesmo nível e área ou equivalente, respeitando-se os acordos internacionais de reciprocidade ou equiparação”. (Art.
48, § 2º, Lei de Diretrizes e Bases da Educacao Nacional – Lei nº 9.394, de 20/12/1996)."

Quem determinará os critérios e diretrizes de avaliação para efeito de equiparação do diploma é a universidade pública competente. Portanto, não há como responder objetivamente a sua pergunta. Se a instituição avaliadora entender que há equiparação técnica, a resposta seria negativa. Se a instituição avaliadora entender que não há equiparação técnica, a resposta seria positiva.
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Comentário · há 8 anos
O tema é paradoxal tendo em vista a perspectiva doutrinária a qual somos submetidos sem ter a cautela de entender o que é democracia, tendo em vista que os "parlamentares" "eleitos" pelo povo brasileiro representam muito pouco da própria realidade, "a realidade da massa".

Falar em democracia é muito bonito, chega alcançar virtudes "humanas". No entanto, democracia também deve ser aprendida. Em um contexto social onde a minoria possui devida instrução ou conhecimento para debatê-la, pergunta-se: Há democracia? Democracia não seria o termo utilizado para designar o "debate, vontade, necessidade" da maioria?

Ainda que sejamos assíduos estudantes do Direito, sentimos que há grande dificuldade de compreendermos e delinearmos o texto escrito com nossa própria realidade. O que torna ainda mais difícil sua absorção. Então, novamente, pergunta-se: - Se não entendo, ou não tenha voz ativa, posso pleitear aquilo que não pertence de fato à minha realidade? Tenho segurança para tanto?

Eis o aspecto psicológico para fazer aceitar, doar seu poder, sua soberania sem poder debatê-la de fato. Isso é manipulação de massa. Isso é concessão de poderes irrestritos. Talvez, moraria aí, o problema de uma RICA NAÇÃO POBRE.

Devemos posições normativas sintéticas, sim. Compreensíveis, sim. Pois, a partir daí, começa-se a instaurar a concessão de representação, e, não de entrega irrestrita de poder, como é o nosso caso, dos brasileiros.

Não vivemos uma democracia verdadeira. Eis a questão. Então, o povo pode eleger, sim, aquilo que melhor lhe satisfaça. Àquilo que se adeque à sua realidade, àquilo que seja capaz de lhe dar o direito de voz, mesmo que esteja representado, como é lógico de ser.

O ego do falso intelectualismo pelo qual prezamos tanto, de querer o complexo ao lugar do simples, é o que nos faz se perder em cercos de interesses alheios. Portanto, a simplicidade, o texto compreensível, ou melhor dizendo, ACESSÍVEL, são os instrumentos que deixa o fato social aberto a ser regulamentado e flexibilizado ao interesse maior, e não da pequena parcela de aproveitadores que gritam pela falsa democracia [...]

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